Vocoders, harmonizers, anechoic chambers e as redes



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em 29 Jul ’08, 8.23 BRST.

Segue um fragmento de um interessante texto que o músico David Byrne escreveu em seu blog, no qual são abordados alguns desenvolvimentos tecnólogicos que influenciaram mundo musical. Byrne relata a perspectiva de um músico frente a evolução pesquisas que visavam a digitalização do audio no intuito melhorar sua transmissão transmissão em redes de comunicação e desbobramentos disso em meio ao surgimento de equipamentos como os Harmonizers, Vocoders (usados pelo grupo alemão Kraftweek), Anechoic chambers (testadas por Brian Eno). Continue reading “Vocoders, harmonizers, anechoic chambers e as redes”

Digital Encyclopedia of Charles S. Peirce

A  Digital Encyclopedia of Charles S. Peirce é a primeira enciclopédia on-line que reúne o trabalho de Charles S. Peirce,  e  trabalhos inspirados em seus diversos campos de investigação como a Filosofia, Lógica e Matemática, Psicologia, Etnologia, Antropologia , Sociologia, Comunicação, Estética, entre outros.

http://www.digitalpeirce.fee.unicamp.br

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

obra completa de Machado em html e pdf

Qualquer usuário da internet poderá ter acesso a edições gratuitas e confiáveis da obra completa digitalizada do escritor brasileiro Machado de Assis. Esse é o resultado da parceria entre o Portal Domínio Público do MEC e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística da Universidade Federal de Santa Catarina. São 246 arquivos para leitura em tela e para download nos formatos html e pdf. Separado por gêneros como romance, conto, poesia, tradução e outros, o acervo reúne também vídeos, teses e dissertações. Inclui também uma curiosa coleção de textos de autores contemporâneos a Machado que abordam a vida e obra do autor.

http://portal.mec.gov.br/machado

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Registros da Primeira Noite do Colóquio

“Pensem o design para dispositivos móveis!”

Rubem Chaves, do Instituto Nokia de Desenvolvimento Tecnológico.

O INdT conta com equipe de 24 designers distribuídos entre Manaus, São Paulo e Rio.

Foto: Rafael Soares₢2008

O Design de possíveis traduções do som para a imagem

“da notação, à cor, ao ritmo, ao instrumento…”

Nelson Urssi

Foto: Rafael Soares₢2008

Tiago Costa Silva fala sobre a Teoria Peirciana e coloca a discussão:

como nascem as idéias?

Foto: Rafael Soares₢2008

Fabrizio Poltronieri em Performance

de ressignificação dos significantes…

Foto: Rafael Soares₢200

Processo 2008

Do site do MEC em Julho de 2008

Educação profissional mais acessível

Foi firmado nesta terça-feira, 22, um acordo histórico entre o governo federal e quatro entidades que compõem o Sistema S – Sesc, Sesi, Senai e Senac. O acordo prevê que as entidades estabeleçam um programa de comprometimento de gratuidade. Entre as medidas do acordo está a aplicação de dois terços das receitas líquidas de Senai e Senac na oferta de vagas gratuitas de cursos de formação para estudantes de baixa renda ou trabalhadores – empregados ou desempregados. Sesi e Sesc destinarão um terço de seus recursos a educação. Outra novidade é o aumento da carga horária dos cursos de formação inicial, que passam a ter no mínimo 160 horas.

“Essa é uma ação que amplia o acesso gratuito à educação profissional. Estamos focados na juventude brasileira que está matriculada na educação básica e que não tem condições de acesso à educação superior”, explicou o ministro da Educação, Fernando Haddad. A partir de 2009, já serão reservados pelo menos 20% dos recursos das entidades para o oferecimento de cursos gratuitos, caso do Senac. O Senai, por sua vez, já terá 50% de seus recursos aplicados no oferecimento de cursos gratuitos em 2009. Até 2014, Senai e Senac destinarão 66,6% da suas receitas líquidas, ou seja, dois terços dos recursos serão investidos na formação de estudantes de baixa renda e de trabalhadores. Sesi e Sesc, em 2014, destinarão 33,3% de suas receitas a educação, sendo metade desses recursos a atividades e cursos gratuitos.

De acordo com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, o Sistema S assumiu, com a assinatura do compromisso, sua parcela de responsabilidade na ampliação do acesso aos cursos profissionalizantes. “O Brasil tem necessidade de formar mais e melhor os seus estudantes e trabalhadores e o Sistema S não pode deixar de reconhecer essa demanda”, afirmou. As medidas anunciadas nesta terça-feira devem ser incorporadas aos regimentos internos das entidades em até 30 dias.

As vagas gratuitas são destinadas, preferencialmente, a estudantes matriculados ou egressos da educação básica. Com essa medida, a formação técnica fica atrelada à formação geral. “A juventude vai perceber que se matricular na educação básica é a porta de acesso a essas vagas gratuitas de formação profissional”, explicou Haddad. O ministro destacou também a importância da perspectiva profissional para os jovens brasileiros. “A maior causa de evasão entre os jovens é a dificuldade de aplicação do conteúdo no mercado de trabalho”, reiterou.

De acordo com Armando Monteiro Neto, os cursos promovidos pelas entidades do Sistema S continuarão atendendo às necessidades da indústria. “O que esse acordo trouxe foi uma maior disciplina ao sistema, que antes apresentava realidades muito diferentes em cada estado e que agora será mais homogêneo”, destacou, referindo-se à oferta de cursos gratuitos e aos investimentos em educação.

Essa é a primeira grande reforma empreendida no estatuto das entidades que  integram o Sistema S. “Foi a primeira vez em 60 anos que o governo propôs mudanças no sistema e o diálogo foi muito proveitoso para a sociedade brasileira”, destacou o ministro.

Tripé – De acordo com Haddad, a reforma do Sistema S, a expansão da rede federal e tecnológica e o programa Brasil Profissionalizado formam um sistema que deve modificar a realidade da formação técnica no Brasil. “Estamos criando um novo panorama de formação para os jovens brasileiros”, ressaltou. O MEC está investindo R$ 750 milhões na construção de 150 escolas técnicas no Brasil. A meta é chegar, em 2010, a 354 escolas técnicas e cerca de 500 mil matrículas nas instituições federais de educação profissional.

O programa Brasil Profissionalizado vai estruturar o ensino médio e articular as escolas aos arranjos produtivos e vocações locais e regionais, para inseri-las no desenvolvimento econômico local. Até 2010, serão investidos R$ 900 milhões para o desenvolvimento da educação profissional e tecnológica.

Ana Guimarães

*Republicada com alteração de conteúdo

gratuidade se torna regra no sistema S

22/07/2008 19:17:43

Em entrevista à rádio Jovem Pam AM, o ministro da educação, Fernando Haddad falou sobre o acordo firmado nesta terça-feira, 22, com quatro entidades que integram o sistema S – Sesi, Senac, Sesc e Senai. Segundo o ministro, a partir de agora a gratuidade dos cursos promovidos pelo Sistema S – que é mantido com recursos públicos – passa a ser regra e não mais exceção, como vinha ocorrendo.

Pelo protocolo firmado nesta terça, 22, até 2014, Senai e Senac devem investir dois terços de suas receitas líquidas em cursos gratuitos oferecidos para estudantes de baixa renda e trabalhadores.  Já Sesc e Sesi investirão um terço de seus recursos a educação.

Haddad afirmou ainda que a preocupação do ministério é com os jovens do Ensino Médio, já que é nessa etapa da educação que os índices estão mais baixos. “O jovem precisa enxergar um vínculo entre a permanência na escola e o futuro profissional”, destacou o ministro, referindo-se à vinculação das vagas gratuitas em cursos profissionalizantes com a comprovação de elevação da escolaridade.

Ana Guimarães

Vagas gratuitas ampliam acesso à educação profissional e tecnológica

22/07/2008 14:45:27

O acordo com o Sistema S está inserido no conjunto de iniciativas do Ministério da Educação para a educação profissional e tecnológica. As vagas gratuitas oferecidas pelo sistema reforçam as ações para ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica iniciadas em 2005. Naquele ano, o MEC começou a investir na construção de escolas técnicas. Serão 354 até 2010 e cerca de 500 mil matrículas. A expansão contará com investimento de R$ 750 milhões. De 1909 a 2002, foram construídas apenas 140 escolas técnicas no país.

Para dar sustentação à expansão, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, em 16 de julho, lei que cria 49.025 cargos em instituições federais de educação superior e de ensino técnico. As instituições federais de educação profissional e tecnológica disporão de 9.430 cargos de técnico administrativo e 12.3 mil de professor de ensino fundamental e médio. Hoje, há 12.664 professores para 173 mil alunos nas 185 escolas da rede federal de educação profissional e tecnológica que oferecem cursos de nível médio e superior.

Além de pessoal de qualidade, a modalidade passará a funcionar de maneira atrelada à educação básica, com a sanção, pelo presidente, de alterações na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). Entre outras medidas, a nova redação da lei propõe que o ensino médio, atendida a formação geral do estudante, o prepare para o exercício de profissões técnicas. Assim, a articulação entre ensino regular e técnico deve ser feita de forma integrada (matrícula única, na mesma escola) ou concomitante (matrículas distintas, na mesma ou em outra instituição, para quem ingressa ou já cursa o ensino médio).

O projeto de lei que cria os 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia tramita no Congresso Nacional. Com sua aprovação, haverá institutos em todos os estados, com a oferta de ensino médio integrado, cursos superiores de tecnologia e bacharelado em engenharias e licenciaturas. Os institutos serão importantes para reorganizar e integrar a rede de escolas técnicas. Hoje, cada uma funciona isoladamente. Cada instituto funcionará como uma espécie de campus central em cada região, com campi descentralizados — as escolas técnicas.

Os institutos investirão em pesquisa, extensão e na formação de professores para a rede, além de abrir perspectivas ao ensino médio, a partir da combinação entre ensino propedêutico (de ciências naturais e humanidades) e educação profissional e tecnológica.

Para orientar as escolas que oferecem cursos técnicos de nível médio, uma nova portaria, assinada em 16 de julho pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, institui novo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. O texto altera as diretrizes curriculares e oferece um mapeamento da oferta de educação técnica de nível médio. No catálogo estão definidas carga horária mínima e descrição dos cursos, temas a serem abordados, possibilidades de atuação dos profissionais formados e infra-estrutura recomendada para a implantação dos cursos.

Outros programas, como o Brasil Profissionalizado e o E-Tec Brasil, estão em andamento. O objetivo do Brasil Profissionalizado é apoiar a oferta de educação profissional e tecnológica nos estados e municípios. Serão destinados R$ 900 milhões até 2010 para integração com o ensino médio e articulação das escolas aos arranjos produtivos locais.

Lançado em 2007, o Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil visa à oferta de cursos técnicos de nível médio e de formação continuada, públicos e gratuitos, a distância, a professores da educação profissional. Os cursos serão ministrados por instituições públicas de ensino técnico de nível médio. O MEC é responsável pela assistência financeira. A meta é instituir cursos em cerca de mil escolas até 2011. Em 2008, o programa iniciou o financiamento dos projetos aprovados com R$ 68,3 milhões em 250 pólos selecionados.

Maria Clara Machado

Acordo com Sistema S prevê mais vagas para alunos e trabalhadores de baixa renda

22/07/2008 14:43:41

O governo federal e o Sistema S, que reúne entidades como Sesc, Sesi, Senac e Senai, fecharam acordo que amplia as vagas em cursos técnicos e a gratuidade dos serviços de educação ofertados pelo sistema. As medidas previstas no protocolo de compromisso, assinado nesta terça-feira, 22, no Ministério da Educação, serão incorporadas aos regimentos internos das entidades em até 30 dias.

A pedido do vice-presidente da República, José Alencar, o MEC e técnicos das entidades que compõem o Sistema S reuniram-se em junho para discutir, entre outras ações, a ampliação do atendimento gratuito a estudantes e trabalhadores de baixa renda. Assim, dos R$ 8 bilhões que financiam o sistema, 60% vão para os serviços sociais e 40% para a aprendizagem. Mudam apenas os critérios ligados à gratuidade, carga horária dos cursos, definição do público atendido e adoção do conceito de itinerário formativo.

Pelo acordo, dois terços dos recursos financiarão vagas gratuitas em cursos de formação inicial e continuada e de educação profissional e técnica de nível médio oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Essas vagas serão destinadas a pessoas de baixa renda, com prioridade para estudantes e trabalhadores. Além disso, um terço dos recursos destinados a serviços sociais pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) e pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) deve ser aplicado em atividades de educação. Metade desses recursos deve financiar atividades gratuitas.

A partir de 2009, o Senac destinará 20%  da receita líquida a vagas em cursos gratuitos. A cada ano, essa porcentagem aumentará em média cinco pontos, até que a gratuidade alcance 66,6% em 2014, o que representa dois terços dos recursos da entidade. Já o Senai destinará 50% dos seus recursos a vagas em cursos técnicos gratuitos em 2009. Em 2014, a partir de evoluções anuais, a alocação de recursos para vagas gratuitas será também de 66,6%. A diferença no percentual já em 2009 entre Senai e Senac ocorre porque o primeiro destina percentual superior a vagas gratuitas.

Em relação ao Sesi e ao Sesc, em 2009, cada entidade oferecerá 10% da receita líquida para educação básica e continuada e ações educativas nos demais programas de saúde, transporte, lazer e cultura. Esse patamar subirá, com progressão anual, para 33,3% em 2014. Metade desses valores financiará alunos de baixa renda com vagas e atividades gratuitas.

Quanto à carga horária dos cursos técnicos, a formação inicial terá no mínimo 160 horas. O acordo também prevê a utilização da metodologia dos itinerários formativos como princípio da educação continuada.

O acordo constará dos regimentos internos, a serem aprovados em decreto presidencial. As discussões sobre educação profissional e tecnológica devem ser ampliadas entre o governo e o sistema com a criação de um grupo de trabalho que discutirá temas como qualificação profissional e mecanismos de financiamento estudantil para a educação profissional.

Maria Clara Machado

Mais em

http://portal.mec.gov.br/acs/index.php?option=com_content&task=view&id=10912&interna=6