Oficinas e workshops do FILE 2016

Até 11 de junho estão abertas as inscrições online para as workshops do FILE São Paulo 2016

FILE 2016 workshops-min

Para a workshop TAPE SÃO PAULO – Numen / For Use, as incrições seguem até dia 13 de junho conforme instruções neste link. O grupo Croata/Alemão Numen / For Use vai construir a estrutura da instalação Tape junto com os participantes. A obra consiste numa “estrutura orgânica penetrável, feita em fita adesiva transparente que emerge de pontos de apoio na parede no teto”, segundo o que foi divulgado pela equipe do FILE.

Desde 2009, as oficinas oferecidas pelo FILE “buscam uma imersão experimental na essência da linguagem binária com o objetivo de difundir a tecnologia como linguagem criativa e processo de desenvolvimento artístico”, conforme informam seus organizadores.

As oficinas oferecidas acontecem este ano de 12 a 15 de julho no Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Instalações Interativas: XYZT, Les Paysages Abstraits

XYZT, Les Paysages Abstraits” é um conjunto de instalações interativas criadas pelos artistas franceses Adrien M / Claire B e Martin Gautron.

[vimeo]http://vimeo.com/30518750[/vimeo]

O nome do projeto se relaciona a quatro letras que podem descrever o movimento de um ponto no espaço X (horizontal) , Y (vertical) , Z (profundidade) , T (tempo).

Cada instalação possui sensores (Kinect) que captam movimentos e enviam a informações a um computador, gerando algoritmos necessários para projetar vários tipos de imagens poéticas sincronizadas ao comportamento dos visitantes.
Para o funcionamento do sistema os artistas desenvolveram um software chamado eMotion e disponibilizado por licença aberta de direitos autorais.

O grupo de artistas atua nos campos das artes digitais e artes cênicas desde 2004. Seus trabalhos combinam os mundos real e virtual com ferramentas tecnológicas customizadas especificamente para cada projeto. O corpo humano está no cerne de suas propostas tecnológicas e artísticas, que buscam elementos poéticos através de uma linguagem visual baseada em jogo e diversão.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=MopEjmjKNfU[/youtube]

Seu trabalho anterior “Convergence 1.0“, foi um espetáculo que mesclava elementos do malabarismo físico-virtual com efeitos digitais, música e luz.

Referências:

Los Inrocks
XYZT: un recorrido por el espacio y el tiempo por Marine Leparc

Adafruit industries
XYZT, Les Paysages Abstraits por Jeff

Lançamento do Livro: Futuros Possíveis: arte, museus e arquivos digitais.

No dia 25 de novembro de 2014, às 19h, acontece o lançamento do livro “Futuros Possíveis: arte, museus e arquivos digitais” no Itaú Cultural.
futuros possiveis
O livro é bilíngue, e “discute estratégias e metodologias para o armazenamento e preservação de arte digital e processos de digitalização de acervos, incluindo também estudos sobre novas formas de organização e disponibilização das informações em sistemas de visualização de dados. Além disso, Futuros Possíveis/Possible Futures apresenta estudos de caso e reflexões sobre o surgimento da estética do banco de dados e o campo emergente da curadoria de informação” conforme a sinopse divulgada pelos organizadores.

Será realizado debate e apresentação com Giselle Beiguelman e Ana Gonçalves Magalhães (Organizadoras), e Lucas Bambozzi. A mediação é de Marcos Cuzziol.

Mais informações na página no evento.

Chamada de artigos: Revista Interin

Até 28 de julho de 2014, a Revista Interin está aceitando a submissão de trabalhos para a primeira edição de 2014 com temas livres.

A revista, cuja a idéia original foi concebida por Décio Pignatari, tem especial interesse em refletir no âmbito acadêmico multidisciplinar sobre as seguintes questões:

1- o desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação, o poder ubíquo da mobilidade e o crescente alcance da interconexão simultânea e coletiva da sociedade, que produz e é produzida pelas novas mídias eletrônicas;

2- a comunicação para pensar (sobre) e atuar na análise dos processos de significação midiática, na produção e veiculação de discursos, no estabelecimento de vínculos em contextos socioculturais e no estudo de objetos em mídias diversas.

A Interin aceita artigos de doutores, ou doutores em co-autoria com pós-graduandos e mestres.

Mais informações no site da revista.

Colaboração: Francisco Arlindo Alves

Submissão de trabalhos: ARQDOC 2014

Até 28 de julho de 2014 podem ser efetuadas submissões de trabalhos (artigo completo ou pôster) para o ARQDOC 2014, evento que acontece de 5 a 7 de novembro na cidade de João Pessoa.

arqdoc

O evento científico, conforme seus divulgado pelos organizadores “trata dos mecanismos de documentação digital e ou informatizada, para a geração de informações com vistas ao desenvolvimento de novo conhecimento para intervenção e conservação do patrimônio arquitetônico e urbano, segundo três eixos principais:

-Documentação.
-Intervenção.
-Ensino e aprendizagem.

Mais informações no site do evento

Apicultura Urbana, repensando as cidades

Proibida em várias cidades do mundo até recentemente, a apicultura urbana é uma tendência que ganha força entre os habitantes de Hong Kong, Madrid, Londres, Maastricht, entre outros locais.
Sky_Solar_Hive
fonte: beecollective.wordpress.com
A prática ressurge na esteira do crescimento de iniciativas que repensam o funcionamento das cidades em vários países. Proposições inovadoras e criativas para o espaço urbano tem envolvido temas como a agricultura urbana, street food, energia sustentável, hardware open source, engenharia, design, e empreendedorismo social, e vários outros abordados aqui.

Com relação a apicultura urbana, telhados de edifícios públicos, hotéis, ambientes comunitários e residências se tornam espaços para produção de mel e derivados por meio da junção de competências de técnicos, artistas, designers e outros profissionais, junto aos cidadãos interessados.
 
Na cidade de Maastricht (Holanda) um grupo chamado Bee Collective formado por apicultores e designers elaborou um sistema chamado Sky Hive Solar que consiste numa torre que eleva as colmeias usando um motor elétrico alimentado por energia solar. O dispositivo foi apresentado na Semana de Design de Milão de 2014, e recebeu certificação para ser utilizado em espaços públicos em toda a Europa.

Em Londres, outro grupo denominado Bee-Collective lançou um serviço de processamento de mel para os apicultores urbanos. Na loja “Honey House” são extraidas, engarrafadas e rotuladas toneladas de mel produzidas por apicultores de toda a cidade. Mediante um taxa pelos serviços prestados, o grupo financia treinamentos em apicultura, desenvolve uma estratégia de plantio de árvores e projetos de infraestrutura verdes para acolher abelhas. Conforme o Guardian, a apicultura urbana atingiu níveis sem precedentes na cidade nos últimos cinco anos. Estima-se que existam 5.000 apicultores, cada um com uma média de três colmeias, segundo associações do setor.

Em Hong Kong, o artista Michael Leung reuniu apicultores, designers, fotógrafos, e outros artistas, para criar um grupo que já distribuiu 11 colmeias urbanas pela cidade. O Hong Kong Honey,  segue a tradição chinesa, seus participantes não usam roupas de proteção, nem fumegadores.
[vimeo]http://vimeo.com/72234405[/vimeo]
Muitos destas iniciativas conectam conhecimentos de apicultura, com metodologias colaborativas e participativas. Inovações no campo da eletrônica e fabricação digital e tecnologias abertas de open-source e open-hardware também são utilizadas. Com esta perspectiva, foi criado em Madrid, o projeto Miel de Barrio com apoio do Foodlab, laboratório vinculado ao Medialab Prado que fomenta a inovação no âmbito alimentação, tecnologia e sociedade. Este projeto será abordado no próximo post.

Referências:

Fair Companies
Apicultura urbana, o cómo producir miel en la ciudad por Nicolas Boullosa

Brasil247
Abelhas urbanas – Colmeias voltam às cidades

BBC
Apicultura urbana se populariza em ‘selva de pedra’ de Hong Kong

Bee Collective
Sky Hive por Robin van Hontem

The Guardian – Environment blog
Can a honey-processing service unite urban beekeepers?

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Chamada de trabalhos: Computer Art Congress

Até 12 de maio de 2014 estão abertas as inscrições de trabalhos para quarta edição do CAC – Computer Art Congress que acontece em setembro no Rio de Janeiro.

computer_art_congress
Com uma programação que prevê debates, palestras, e workshops, o evento é organizado com a colaboração do NANO LAB núcleo laboratorial da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (URFJ) para pesquisa em artes, hibridação e biotelemática, e apoio do Programa de Graduação em Artes Visuais, da URFJ.

Os conceitos fundamentais desta edição envolvem os seguintes temas:

Computer art & design for children.
Computer art & design for visually impaired.
Computer art & design for audio impaired.
Computer art & design for motor impaired.

Mais informações no site do evento

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Vinyl Terror & Horror: Paisagens sonoras a partir da desconstrução dos discos de vinil

[vimeo]http://vimeo.com/34338112[/vimeo]

Vinyl Terror & Horror é um projeto que produz paisagens sonoras surpreendentes ao hackear pick-ups, subverter, danificar e destruir discos de vinil.

Fonte:http://thump.vice.com/ Fonte:http://thump.vice.com

As musicistas dinamarquesas Camilla Sørensen e Greta Christensen (radicadas em Berlim) desenvolveram a ideia em 2001. Segundo elas, o conceito surgiu a partir de uma prática visual e escultural que inspirou a desconstrução e rearranjo dos toca-discos e da mídia vinil em todas as formas imagináveis.

O nome Vinyl Terror & Horror resulta da natureza inquietante e caótica dos sons produzidos, com um alto nível de tolerância para possíveis “desastres” ou “acidentes”. Multiplas camadas sonoras são executadas ao mesmo tempo a partir de discos desgastados ou mesmo riscados propositalmente. As composições incorporam a ocasional quebra de agulhas, empurrões feitos de “forma desrespeitosa” nas pick-ups, ou objetos jogados que viram obstáculos para agulha como vidros quebrados ou pedaços de outros discos. Também são utilizados dispositivos de corte de precisão para fazer com que os registros se transformem literalmente num quebra-cabeças .
Na perspectiva do projeto, a composição e o improviso musical geram uma narrativa abstrata que remete o ouvinte a diferentes situações e estados mentais.

Sobre o aspecto visual, Sørensen e Christensen afirmam que muitas vezes as ideias para sons se originam de uma escultura, e às vezes é o contrário.

Referências:

Thump
Vinyl Terror and Horror Are Making The Art of DJing Seriously Weird por Daniel Montesinos-Donaghy

Dangerous Minds
Vinyl terror and horror’s jaw-dropping record manipulations por Ron Kretsch

Contraversao
Hackeando toca-discos para ouvir a música sinistra por Raphal Fernandes

Audition Records
Vinyl Terror & Horror : Deconstructed turntables and cut-up records (entrevista)

Via Neural Magazine

 

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

IOGraphica: representação visual dos movimentos do mouse

IOGraphica é um aplicativo que transforma os movimentos do mouse em representações visuais interessantes.

[vimeo]http://vimeo.com/75978375[/vimeo]
Enquanto o usuário desenvolve suas tarefas cotidianas no computador, com o programa aberto em segundo plano são registrados todos os movimentos do mouse gerando uma peça gráfica. Sempre que o mouse fica imóvel o aplicativo cria um círculo que tem o tamanho proporcional à duração de tempo de inatividade.

3 hours in Photoshop
3 hours in Photoshop

Criado pelos designers russos Anatoly Zenkov e Andrey Shipilov, o programa gera um mapeamento da utilização do mouse que pode ajudar a entender melhor como os  indivíduos usam seus computadores.
Outro designer Jonay OUrbina (País Basco) realizou um vídeo (publicado acima) que registra sua rotina diária de trabalho por meio do aplicativo no decorrer de um ano.

O IOGraphica é gratuito, de fácil utilização e pode ser baixado no site do programa.
Colaboração: Francisco Arlindo Alves

Começa a CryptoRave, com 24 horas de oficinas, exposições, debates e palestras

Hoje, 19hs, 11 de abril de 2014, começa a CryptoRave, uma maratona de 24 horas de atividades sobre segurança, criptografia, hacking, anonimato, privacidade e liberdade na rede.
cryptorave
O evento acontece Centro Cultural De São Paulo, e abrange oficinas, exposições, debates e palestras visando popularizar e difundir conceitos visando possibilitar que as pessoas comuns tenham “condições de defender sua privacidade e proteger suas informações”. Entre os variados temas que serão abordados estão o jornalismo investigativo, espionagem, cyberguerras, biometria, criptomoedas, liberdade na rede, neutralidade da rede, criptografia para mulheres, e os direitos do consumidor na internet.

O conjunto de convidados abrange pesquisadores, ativistas e jornalistas como Klaus Wuestefeld, Jorge Stolfi (UNICAMP), Bob Fernandes (jornalista), Natália Viana (Agência Pública), Sérgio Amadeu (UFABC), Bruna Provazi e Jérémmie Zimmermann (La Quadrature du Net), e muitos outros.

Conforme divulgado pelos organizadores, a CryptoRave segue a lógica das cryptoparties eventos que ocorrem em diversos países e “fazem parte de um esforço global de popularizar o uso de ferramentas de criptografia para ampliar a segurança das pessoas que se comunicam nas redes digitais”.

As atividades ocorrem no Piso Caio Graco do Centro Cultural De São Paulo e a participação é aberta mediante inscrição online gratuita.

Colaboração: Francisco Arlindo Alves

Prix Ars Electronica prorroga inscrições até 19 de março

Até o dia 19 de marco de 2014, projetos criativos que explorem as interligações entre arte, tecnologia e sociedade podem ser apresentados para concorrer ao  Prix Ars Electronica.

O prêmio é um dos mais importantes no campo da mídia digital no mundo. Nesta edição os trabalhos podem ser submetidos nas seguintes categorias:
• Computer Animation / Film / VFX
• Interactive Art
• Digital Communities
• u19 – CREATE YOUR WORLD
• [the next idea] voestalpine Art and Technology Grant
• Visionary Pioneers of Media Art

Mais informações no site do evento
http://www.aec.at/prix/en/

Impressora 3D constrói casa de 2.500 pés quadrados em 20 horas

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=-yv-IWdSdns[/youtube]

Impressora 3D criada por pesquisadores na Califórnia tem capacidade para construir uma casa de 2.500 pés quadrados (aproximadamente 232 metros quadrados) em 20 horas.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=M_LLSsNnHn8[/youtube]

Desde 2008, uma equipe liderada pelo Professor Behrokh Khoshnevis da Universidade do Sul da Califórnia, elabora pesquisa sobre uma nova tecnologia de fabricação em camadas chamada Contour Crafting.

A tecnologia não utiliza termoplásticos (material normalmente adotado em impressões 3D), mas camadas de concreto sobrepostas depositadas por meio de um bico suspenso por um guindaste pórtico, com movimentos controlados por computador.

Podem ser construídas paredes retas,curvas, ou estruturas em forma de cúpula ou domus.

Entre os usos previstos, os pesquisadores propõem que este tipo de construção, por ser mais barata, rápida e eficiente, pode ajudar a substituir habitações precárias que contribuem para o aumento de doenças em regiões pobres ou em áreas destruídas por desastres naturais.
Também está sendo estudada a utilização em colônias fora do planeta como a Lua ou Marte para construção de edifícios, estradas, cabides e habitats para o ser humano.

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Referências:

Mashable
The Answer to Affordable Housing Could Lie Within a 3D Printer por Alex Magdaleno

Huffington Post
This 3D Printer, Capable Of Building A House In A Day, Could Change Construction Forever por Kathleen Miles

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

 

A arte de Cyrus Kabiru

Cyrus Kabiru Art1
Cyrus Kabiru é um pintor e escultor autodidata nascido em Nairobi (Quênia) que faz uso de materiais reciclados encontrados nas ruas para criar obras que se situam entre a moda e a arte vestível.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=9wffeRIVBgQ[/youtube]
Seus trabalhos foram exibidos na Exposição Adhocracy, comentada em post anterior, evento que questiona a própria definição de design, por meio das transformações no processos de fabricação e criação.
Cyrus Kabiru Art2
As pinturas de Kabiru são retratos humorísticos da vida contemporânea no seu país, ao mesmo tempo, sua obra escultórica encarna seu papel como um “coletor” de materiais reciclados de sua cidade.
Cyrus Kabiru Art3
Atualmente, se concentra em uma série que retrata a natureza africana usando milhares de tampas de garrafa costuradas. Seu trabalho mais conhecido é a série C-STUNNERS, que consiste em criar e usar óculos bifocais artísticos.

O artista relata que em sua infância vivia num local próximo de onde eram despejados grandes quantidades de resíduos. Este ambiente marcou profundamente sua memória, e sobre isso ele afirma (em tradução livre) “Eu costumava dizer ao meu pai que, quando crescesse, queria dar ao lixo uma segunda chance.”

Referências:

NYTimes.com
In the Shifting World of Product Design, the User Now Has a Voice

TED Blog
No art, no life: Fellows Friday with Cyrus Kabiru por Karen Eng

ZUPI
Conheça o trabalho de Cyrus Kabiru por Lígia Cristaldi

 

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Oficinas gratuitas no Sesc Belenzinho em fevereiro e março

sescbelenzinho

Ainda é possível se inscrever para as oficinas, cursos livres e bate-papos gratuitos que acontecem nos meses de fevereiro e março no Sesc Belenzinho.As atividades envolvem diversas linguagens visando aprimorar a formação, a experimentação e a pesquisa.

sescbelenzinho

O espaço de cultura digital na unidade é estruturado por meio de  laboratórios que abrangem temas como criação de games e músicas, fotografia, edição de vídeo, edição de imagens, discussões sobre a cultura DIY (Do It Yourself/Faça Você Mesmo), direitos autorais abertos ou as possibilidades do uso software livre para formatação de trabalhos acadêmicos.

Seguem abaixo as datas e atividades:

 

DESIGN.LAB

Fevereiro

11/02 a 27/02.
Terça e quinta, das 10h às 12h.
Edição de Imagem: Tratamento e Criação com orientação de Vanessa Pereira

12/02 e 13/02.
Quarta e quinta, das 15h30 às 18h.
Formatação de trabalhos acadêmicos com orientação de Francisco Arlindo Alves

15/02 a 16/02
Sabados e Domingos, 11h.
Auto Retrato 3D com orientação de André Fernandes

19/02 a 27/02
Terça a quinta, das 19h às 21h30.
Pixel Art com orientação de Rafael Nascimento

Março

12/03 a 21/03.
Quartas e sextas, das 13h às 15h.
Crie Sua Estampa com orientação de Joel Melo

26/3 a 04/04.
Quartas e sextas, das 13h às 15h.
Ensaio Visual | Cor com orientação de Joel Melo

 

SOCIAL MEDIA.LAB

Fevereiro

18/02.
Terça, das 15h30 às 18h.
Direitos autorais Abertos: Creative Commons, Copyleft e Domínio público com orientação de Francisco Arlindo Alves

25/02.
Terça, das 15h30 às 17h30.
Pensamento e Tecnologia: a cultura do “Faça você mesmo” com orientação de Francisco Arlindo Alves

Março

11/03 a 27/3.
Terças e quintas, das 10h às 12h.
Redes Sociais com orientação Vanessa Pereira

12/03 a 26/3.
Quartas, das 10h às 12h.
Cursos Online – Crowdlearning com orientação de Vanessa Pereira

 

VÍDEO.LAB

Fevereiro

De 18/02 a 27/2.
Terças a quintas, das 13h às 15h.
Iniciação ao Vídeo Digital  com orientação de Joel Melo

Março

11/03 a 27/3.
Terças e quintas, das 15h30 às 17h30.
Foto-Narrativas: Experimentações em vídeo com imagens estáticas com orientação de Francisco Arlindo Alves

 

GAME.LAB

Fevereiro

19/02 a 28/2.
Quartas a sextas, das  15h30 às 17h30.
Chip Music com Orientação de Eduardo Melo

Março

3/03 e 4/03.
Segunda e terça, das 12h às 14h.
Faça seu Game! com orientação de Vanessa Pereira

Informações sobre vagas e inscrições no site do SESCPSP.

Endereço:
SESC Belenzinho
rua Padre Adelino, 1.000 – São Paulo – SP
Fone:11 2076-9778

Exposição Adhocracy discute a nova revolução industrial

Adhocracy” é uma das exposições que se destacam por explorar a chamada “nova revolução industrial” e a transformação radical do design e dos processos de fabricação por meio de inovações como a impressão 3D, sistemas de software abertos e redes distribuídas.

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Com curadoria de Joseph Grima, a exposição foi apresentada originalmente na Bienal de Design em Istambul (2012) e posteriormente em Nova York (03/2013). Em Londres (09 e 10/2013) foi adaptada por Thomas Ermacora para ocupar os espaços da Galeria Limewharf, compondo parte da programação do London Design Festival 2013.

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O termo “Adhocracy” (utilizado pelo futurólogo Alvin Toffler), foi escolhido pelos organizadores por significar “uma organização sem estrutura que é utilizada para resolver problemas em oposição a uma burocracia”. Com obras originais da África, Europa e Américas “Adhocracy” representa a vanguarda da ecologia de fabricação digital, questionando a própria definição de design.

Conforme Joseph Grima (em tradução livre) o mundo das pessoas que fazem as coisas está em convulsão. O exponencial crescimento de redes de comunicações globais para protótipos digitais de baixo custo transforma radicalmente a vida cotidiana, o que sugere uma nova revolução industrial. Se a última revolução era sobre fazer objetos perfeitos, milhões deles, absolutamente idênticos, esta é sobre fazer apenas um, ou alguns. Seu nascedouro não é a fábrica, mas a oficina, e sua tábua de salvação é a rede.

Em consonância com a perspectiva defendida por Grima, “Adhocracy” propõe que a expressão máxima do design seja cada vez menos um “objeto fechado”, para ao invés disso se transformar no processo em si. Este deslocamento é favorecido pela ativação de sistemas abertos, ferramentas que moldam a sociedade permitindo a auto-organização em plataformas de colaboração que subvertem a competição capitalista, e fortalecem as redes de produção.

O conteúdo da exposição é heterogêneo e com uma abrangencia ampla, abarcando desde a inovação médica à crítica cultural e política, de design de móveis até fabricação de armas. Alguns dos trabalhos e artistas que compõe “Adhocracy” serão destacados e comentados nos próximos posts.

Referências:
Londonist
Adhocracy: Hacking The Design Process In Hackney

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

A revolução D.I.Y. das impressoras 3D e fabricação digital na arquitetura, arte e design

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“Autoretrato” Richard Dupont (2008) | Fonte: Mad Museum

Até julho de 2014, o Museum of Arts and Design (MAD) de Nova York promove uma grande exposição que apresenta as possibilidades criativas proporcionadas pelos novos métodos de fabricação digital.

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“3-D printed dress” by Michael Schmidt (2013) | Fonte: Mad Museum

Tecnologias como impressoras 3D, tricô digital, usinagem e máquinas CNC (Controle Númerico por Computadorizado), entre outras, são utilizadas nos trabalhos expostos e discutidas em palestras e workshops.

Com foco nos universos da arte, design e arquitetura, a exposição “Out of Hand” foi organizada pelo curador do museu Ron Labaco. A proposta é explorar a criatividade do século 21 potencializada por métodos avançados de produção assistida por computador. Obras de 80 artistas de vários países contemplam criações nos campos da escultura, arte, acessórios para moda, objetos de design, e projetos de arquitetura.

“Out of Hand” revela como artistas individuais, arquitetos e designers ampliam suas oportunidades com métodos DIY “faça você mesmo” (DIY: Do It Yourself) na busca de abordagens criativas não-convencionais por meio do acesso aos recursos de fabricação digital de hoje.

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Julian Mayor (2005)| Fonte: Mad Museum

Conforme divulgado pelos seus organizadores, é a primeira grande exposição do museu a considerar o impacto destes novos métodos revolucionários de fabricação assistida por computador. O objetivo é explorar uma transição monumental na forma como os seres humanos compreendem a criação, desde os primeiros objetos concebidos e produzidos por fabricantes individuais através das ferramentas de inovação tecnológica.

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Frank Stella (2011)| Fonte: Mad Museum

Programação de workshops
A exposição será acompanhada por uma lista ativa de programas públicos de ensino, a partir de oficinas e palestras para envolver os visitantes nos processos de criação e desenvolvimento dos artistas para revelar o potencial de longo alcance de muitas dessas novas tecnologias. Seguem abaixo algumas das atividades:

Everything You Wanted to Know About 3D Printing but Didn’t Know Who to Ask

Intro to 3D Printing, Software, Materials, and Processes

Intro to 3D Design for 3D Printing

3D Printing for Sculptors

The Once and Future Interior

3D Printing for Sculptors

3D Printing for Jewelers

3D Printing for Fashion

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Inscrições para o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013

Até 16 de agosto de 2013 projetos no campo das artes visuais realizados por mulheres podem ser inscritos para concorrer no Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013.

funarte

Dez projetos serão selecionados e receberão apoio financeiro no valor de R$ 70 mil. Conforme o edital, o projetos podem envolver ações como “exposições, mostras, oficinas, intervenções urbanas, publicações, produção crítica e documental, seminários, que terão como resultado esperado ampliar a geração do mercado de artes visuais no âmbito da produção feminina bem como contribuir para a formação de público“.

A iniciativa é realizada pela Fundação Nacional de Artes – Funarte, em parceria com o Ministério da Cultura e com a Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Mais informações:
Fundação Nacional de Artes – Funarte
Ou pelo e-mail: mulheresnasartes@funarte.gov.br

Via Canal Contemporâneo

Colaborou:  Francisco Arlindo Alves

Bolsas para residências artísticas: Fundação Iberê Camargo

Até 31 de julho de 2013, estão abertas as inscrições no processo seletivo para bolsas de residências artísticas no exterior oferecidas pela Fundação Iberê Camargo.

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O programa denominado Bolsas Luiz Aranha da Fundação Iberê Camargo compreende três bolsas para períodos de curta duração (Outubro/novembro/dezembro de 2013) tendo como opções de destino as instituições: Kiosko, em Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), MAMbo, em Bolonha (Itália) e CRAC, em Valparaiso (Chile).

Conforme publicado no Edital os artistas selecionados serão contemplados com a cobertura dos seguintes custos:

1. Inscrição e taxas, na instituição de destino, pelo período de dois meses;
2. Passagem aérea ida e volta em classe econômica;
3. Ajuda de custo no valor total de R$ 8.000,00 (oito mil reais) para os contemplados com residência no exterior;4. Ajuda de custo no valor total de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais), referente a uma semana de participação no Programa Artista Convidado do Ateliê de Gravura.

Mais informações no site da Fundação Iberê Camargo

Via Patricia Canetti (Canal Contemporâneo)

Water Light Graffiti

Water Light Graffiti é uma superfície interativa que pode instalada no espaço urbano permitindo que artistas ou cidadãos deixem suas mensagens de modo participativo e ao mesmo tempo efêmero e temporário.

[vimeo]http://vimeo.com/68598152[/vimeo]

O dispositivo consiste numa parede composta por milhares de LEDs projetados para que se iluminem ao contato com a água. Para molhar a tela podem ser utilizados pincéis, sprays, pulverizadores, ou mesmo o dedo. Qualquer forma pode ser desenhada: imagens, formas abstratas e até palavras.

[vimeo]http://vimeo.com/47095462[/vimeo]

O artista francês Antonin Fourneau criou Water Light Graffiti durante um período de residência no Digitalarti Artlab.

O trabalho foi exibido nas ruas da cidade francesa de Nantes.

Referencias:

Create Digital Motion
Water Light Graffiti: Painting with Water, Transformed into Light, and Urban Communication por Peter Kirn

Inhabitat
Water Light Graffiti LED Wall in France Needs Only Water to Paint a Picture por Bridgette Meinhold

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Conceitos e Práticas em Artemídia: Propostas Curatoriais

No dia 04 de julho, às 20h, será realizado no Sesc Ipiranga o bate-papo “Conceitos e Práticas em Artemídia: Propostas Curatoriais” com Guilherme Kujawski, Chris Mello e Gabriel Menotti.

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No encontro, os convidados discutem suas perspectivas sobre as possibilidades de recortes curatoriais no campo da Artemídia.

A entrada é gratuita.A retirada de ingressos deve ser efetuada na bilheteria do Sesc Ipiranga, com 1 hora de antecedência.

Colaborou:  Francisco Arlindo Alves