Projeto e intervenção “fixos_fluxos”

De 13 de novembro a 13 de dezembro, o Projeto e intervenção “fixos_fluxos” (foto), de Daniela Kutschat Hanns em co-autoria com Leandro Velloso e Maurício Galdieri será exibido na Galeria de Arte Digital SESI na avenida Paulista em São Paulo.

fixos e fluxos2

Conforme apresentado no site do projeto a obra exibida na fachada do edifício-sede Fiesp/Sesi-SP  funciona a partir da “captação de dados abertos da cidade, como camadas de fluxos humanos (passantes, ciclistas, ônibus, helicópteros) e de outros fluxos (energia e dados climáticos). Os artistas associam propriedades visuais e sonoras a paradigmas computacionais de evolução e emergência e os espalham em uma variedade de plataformas (app, site, fachada da Galeria do Sesi) para fruição, interação e participação“.

O trabalho compõe a mostra Arquinterface, iniciativa de Giselle Beiguelman e Luciana Paulillo na Galeria de Arte Digital SESI-SP.

 

P&D Design 2014 tem inscrições abertas para workshops

Até 31 de agosto de 2014, workshops com temas relacionados a sustentabilidade e inovavação podem ser inscritas no P&D Design 2014, que acontece na cidade turística de Gramado, Rio Grande do Sul, entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro de 2014.

p&d

As workshops irão compor o DESIS Forum/Showcase com o prof. Ezio Manzini, evento que complementa as atividades do P&D Design 2014. O DESIS Forum/Showcase é uma iniciativa da rede DESIS, fundada por Manzini.

A iniciativa já foi realizada em várias cidades do mundo, e cria um espaço em que “projetos em curso ou recentemente concluídos sobre design para a inovação social são apresentados, e compartilhados para contribuir na formação de um panorama destas iniciativas, bem como ampliar a compreensão de seu potencial transformador no contexto brasileiro e internacional”, conforme divulgam seus organizadores.

Mais informações no site do evento.

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Submissão de trabalhos: ARQDOC 2014

Até 28 de julho de 2014 podem ser efetuadas submissões de trabalhos (artigo completo ou pôster) para o ARQDOC 2014, evento que acontece de 5 a 7 de novembro na cidade de João Pessoa.

arqdoc

O evento científico, conforme seus divulgado pelos organizadores “trata dos mecanismos de documentação digital e ou informatizada, para a geração de informações com vistas ao desenvolvimento de novo conhecimento para intervenção e conservação do patrimônio arquitetônico e urbano, segundo três eixos principais:

-Documentação.
-Intervenção.
-Ensino e aprendizagem.

Mais informações no site do evento

Apicultura Urbana, repensando as cidades

Proibida em várias cidades do mundo até recentemente, a apicultura urbana é uma tendência que ganha força entre os habitantes de Hong Kong, Madrid, Londres, Maastricht, entre outros locais.
Sky_Solar_Hive
fonte: beecollective.wordpress.com
A prática ressurge na esteira do crescimento de iniciativas que repensam o funcionamento das cidades em vários países. Proposições inovadoras e criativas para o espaço urbano tem envolvido temas como a agricultura urbana, street food, energia sustentável, hardware open source, engenharia, design, e empreendedorismo social, e vários outros abordados aqui.

Com relação a apicultura urbana, telhados de edifícios públicos, hotéis, ambientes comunitários e residências se tornam espaços para produção de mel e derivados por meio da junção de competências de técnicos, artistas, designers e outros profissionais, junto aos cidadãos interessados.
 
Na cidade de Maastricht (Holanda) um grupo chamado Bee Collective formado por apicultores e designers elaborou um sistema chamado Sky Hive Solar que consiste numa torre que eleva as colmeias usando um motor elétrico alimentado por energia solar. O dispositivo foi apresentado na Semana de Design de Milão de 2014, e recebeu certificação para ser utilizado em espaços públicos em toda a Europa.

Em Londres, outro grupo denominado Bee-Collective lançou um serviço de processamento de mel para os apicultores urbanos. Na loja “Honey House” são extraidas, engarrafadas e rotuladas toneladas de mel produzidas por apicultores de toda a cidade. Mediante um taxa pelos serviços prestados, o grupo financia treinamentos em apicultura, desenvolve uma estratégia de plantio de árvores e projetos de infraestrutura verdes para acolher abelhas. Conforme o Guardian, a apicultura urbana atingiu níveis sem precedentes na cidade nos últimos cinco anos. Estima-se que existam 5.000 apicultores, cada um com uma média de três colmeias, segundo associações do setor.

Em Hong Kong, o artista Michael Leung reuniu apicultores, designers, fotógrafos, e outros artistas, para criar um grupo que já distribuiu 11 colmeias urbanas pela cidade. O Hong Kong Honey,  segue a tradição chinesa, seus participantes não usam roupas de proteção, nem fumegadores.
[vimeo]http://vimeo.com/72234405[/vimeo]
Muitos destas iniciativas conectam conhecimentos de apicultura, com metodologias colaborativas e participativas. Inovações no campo da eletrônica e fabricação digital e tecnologias abertas de open-source e open-hardware também são utilizadas. Com esta perspectiva, foi criado em Madrid, o projeto Miel de Barrio com apoio do Foodlab, laboratório vinculado ao Medialab Prado que fomenta a inovação no âmbito alimentação, tecnologia e sociedade. Este projeto será abordado no próximo post.

Referências:

Fair Companies
Apicultura urbana, o cómo producir miel en la ciudad por Nicolas Boullosa

Brasil247
Abelhas urbanas – Colmeias voltam às cidades

BBC
Apicultura urbana se populariza em ‘selva de pedra’ de Hong Kong

Bee Collective
Sky Hive por Robin van Hontem

The Guardian – Environment blog
Can a honey-processing service unite urban beekeepers?

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Impressora 3D constrói casa de 2.500 pés quadrados em 20 horas

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=-yv-IWdSdns[/youtube]

Impressora 3D criada por pesquisadores na Califórnia tem capacidade para construir uma casa de 2.500 pés quadrados (aproximadamente 232 metros quadrados) em 20 horas.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=M_LLSsNnHn8[/youtube]

Desde 2008, uma equipe liderada pelo Professor Behrokh Khoshnevis da Universidade do Sul da Califórnia, elabora pesquisa sobre uma nova tecnologia de fabricação em camadas chamada Contour Crafting.

A tecnologia não utiliza termoplásticos (material normalmente adotado em impressões 3D), mas camadas de concreto sobrepostas depositadas por meio de um bico suspenso por um guindaste pórtico, com movimentos controlados por computador.

Podem ser construídas paredes retas,curvas, ou estruturas em forma de cúpula ou domus.

Entre os usos previstos, os pesquisadores propõem que este tipo de construção, por ser mais barata, rápida e eficiente, pode ajudar a substituir habitações precárias que contribuem para o aumento de doenças em regiões pobres ou em áreas destruídas por desastres naturais.
Também está sendo estudada a utilização em colônias fora do planeta como a Lua ou Marte para construção de edifícios, estradas, cabides e habitats para o ser humano.

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Referências:

Mashable
The Answer to Affordable Housing Could Lie Within a 3D Printer por Alex Magdaleno

Huffington Post
This 3D Printer, Capable Of Building A House In A Day, Could Change Construction Forever por Kathleen Miles

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

 

Prédio do Ars Electronica se transforma em cubo mágico

Puzzle Facade é uma instalação que permite a interação das pessoas com o espaço urbano ao transformar a fachada de um prédio num cubo mágico  (Rubik’s Cube).

[vimeo]http://vimeo.com/79616059[/vimeo]

Em outubro de 2013, o projeto criado por  Javier Lloret utilizou como suporte o prédio do complexo de  mostras do Ars Electronica, na cidade de Linz (Áustria).

A interface do participante é um cubo em tamanho normal e sem cores, por meio dele, é possível alterar e rotacionar automaticamente as cores projetadas na fachada. O projeto foi criado com a plataforma de programação open source OpenFrameworks, e utiliza uma placa Pro Mini Arduino,  e  transmissão de dados via Bluetooth.

A ideia é proporcionar uma maneira fácil e lúdica para interação com as edificações na cidade.

Referências:

HuffingtonPost
You Thought A Rubik’s Cube Was Hard? Check Out This Rubik’s Building por Priscilla Frank

Digitalarti
Ars Electronica’s media facade transformed into a giant Rubik’s cube por Digitalarti Mag

Adafruit industries
Puzzle Facade por Jeff

colaborou: Francisco Arlindo Alves

Sampa CriAtiva recebe propostas para melhorar a cidade de São Paulo

Até 31 de dezembro de 2012, propostas para melhorar a cidade de São Paulo podem ser enviadas para plataforma Sampa CriAtiva iniciativa promovida pela Fecomercio, Sesc e Senac.

sampacriativa

As ideias podem ser inseridas em dos cinco eixos: governar juntos, negócios, inovações sociais, nas ruas, e diálogos. Conforme divulgado pelos organizadores, o “Sampa CriAtiva encaminhará semanalmente a representantes da Prefeitura e da Câmara de Vereadores um relatório com as propostas publicadas. O relatório também será enviado aos parceiros de Sampa CriAtiva”.

Entre os parceiros da iniciativa estão a Associação Viva o Centro, Catraca Livre, Centro da Cultura Judaica, Cidade Democrática, e o Instituto Europeo di Design.

A plataforma Sampa CriAtiva funciona como canal colaborativo, que além de receber propostas, publica e divulga exemplos de projetos bem sucedidos que transformaram outras cidades do Brasil e do mundo.

Mais informações no site da plataforma.

http://www.sampacriativa.org.br/

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Fachada do edifício Fiesp-SESI é palco da Mostra Vivacidades: Poéticas Socioambientais

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fonte: Verve cultural

Até dia 30 de setembro, a fachada do edifício FIESP-SESI se transforma numa tela gigante para exibição de obras interativas que compõem a mostra de arte digital “Vivacidades: Poéticas Socioambientais” promovida pela Galeria de Arte Digital do Serviço Social da Indústria de São Paulo SESI-SP.

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fonte: Verve cultural

A curadoria de Marília Pasculli, da Verve Cultural tem como objetivo “provocar a reflexão sobre a relação de suas vidas nas metrópoles e os fenômenos naturais, como o fluxo dos mares, a força dos ventos e as mudanças climáticas”, conforme divulgado pela Agência Indusnet FIESP.
Questões como relações entre consumo, meio ambiente, mudanças climáticas e qualidade de vida dos habitantes de uma megalópole serão abordadas por diferentes perspectivas nas 6 obras que compõem a exposição. São exploradas linguagens artístico-estéticas por meio da interação com tablets, celulares e outros dispositivos, além de experiências de visualização de dados em tempo real.

 

Waterdrops, é uma obra interativa criada por Carles F. Juliá, Daniel Gallardo e Sebastián Mealla, participantes do Music Thecnology Group de Barcelona. A participação do público ocorre por meio da mesa interativa “Reactable” que consiste numa interface multiusuário sensível ao toque. O dispositivo já foi utilizado anteriormente como instrumento musical pela cantora Björk. Neste trabalho, a interatividade da mesa possibilita manipular um quebra-cabeça virtual, com peças que controlam várias fontes de “águas virtuais” exibidas na fachada do prédio. A ideia é despertar uma reflexão sobre como a água pode ser um recurso renovável se utilizado do modo correto.
Em 2008, o grupo já havia realizado um trabalho experimentando as possibilidades da Reactable para controlar intervenções visuais em grandes estruturas arquitetônicas na Torre Agbar.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=3IfxBjj5oKA[/youtube]
O Music Thecnology Group reúne pesquisadores de disciplinas diferentes e complementares na Universitat Pompeu Fabra, em Barcelona, para o estudo de temas como processamento de sinais de áudio, descrição sonora e musical, e interfaces musicais. O grupo incorpora conhecimentos provenientes tanto de disciplinas científico-tecnológicas como humanístico-artísticas.

 

SCSD (Smart Citizen Sentiment Dashboard) de Nina ValkanovaMortiz Behrens possibilita que as pessoas se expressem sobre problemas da cidade exibindo o conjunto de contribuições numa linguagem visual simples na fachada do prédio. Durante sua estada em São Paulo, os artistas europeus visitaram o Centro Cultural da Juventude na Vila Nova Cachoeirinha, e o CEU Paraisópolis, locais onde ministraram workshops sobre seu trabalho.
Nina Valkanova é uma artista multimídia e programadora búlgara, especialista em design de interação. Entre outros projetos, ela participou do #myPosition que consiste numa fachada urbana interativa que apresenta uma visualização coletiva de opiniões dos cidadãos. Este trabalho foi produzido em parceria com o Mobile & Physical Interaction Team do T-Labs / TU Berlin e o Institute for Internet and Society de Berlim.
Moritz Behrens é um designer de interfaces alemão, que pesquisa arquitetura de computação adaptativa urbana. Entre seus trabalhos se destaca o projeto multimídia “Screens in the Wild” que explora a conectividade de comunidades na cidade de Londres, permitindo a indivíduos situados em locais separados se comunicarem através de telas em rede colocadas em espaços públicos.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=5RosPKc551g[/youtube]

 

Open Enviroment é uma obra apresentada pelo coletivo brasileiro Late! (Laboratório de Arte e Tecnologia). O trabalho, conforme seus criadores, “aponta algumas questões emergentes relacionadas à forma como o fluxo de informação nas cidades é capaz de promover grandes mudanças socioambientais”. O publico participa por meio de redes sociais e dispositivos móveis, para tornar possível “manter um ecossistema virtual que se alimenta deste fluxo de dados”.
O Late! é um laboratório/coletivo que envolve diversas áreas do conhecimento, como a arte, a ciência da computação, eletrônica, música e design. É formado por Kiko Barretto, bacharel em Ciências da Computação e Mestre em Arte e Tecnologia e Carlos Eduardo Batista, doutor em informática (Sistemas Hipermídia).

 

In the Air, dos artistas espanhóis Neréa Calvillo e Martin Nadal, exibe na fachada do prédio, uma visualização de dados sobre a composição do ar na cidade de São Paulo com a utilização de informações disponibilizadas pela CETESB (Companhia do Meio Ambiente do Governo Paulista). Componentes atmosféricos (CO, SO2, NO2, PMO3) são representadas com o uso de diferentes cores.
Neréa Calvillo é arquiteta e especialista em novas tecnologias com projetos voltados a temas ligados à visualização de dados e cartografia.
Martin Nadal é programador e desenvolve projetos no campo da arte e tecnologia.

 

SP Reflections é uma obra do grupo venezuelano Tecné Collective, que apresenta na fachada do prédio a representação de dados atmosféricos da cidade em tempo real, por meio de um conjunto de animações. Informações sobre velocidade e direção do vento, da temperatura e da qualidade do ar, correspondem a variadas cores e padrões visuais .
Com artistas baseados em Madrid, Florida e Miami, o Tecné Collective elabora trabalhos de arte e tecnologia que abordam relações entre espaços físicos e digitais.

 

Mimesis é uma obra produzida pelo laboratório de arte e tecnologia memeLab e a produtora multimídia Grão Filmes. O trabalho propõe aproximar ambiente urbano, da fauna selvagem por meio da projeção de animais selvagens na tela gigante da fachada do prédio da FIESP.

 

Programação

20h às 22h – Obras interativas, alterando em 10 minutos cada.
Open Enviroment – Late!
Waterdrops – Music Thecnologic Group (Carles F. Juliá, Daniel Gallardo e Sebastián Mealla)
SCSD de Nina Valkanova & Mortiz Behrens

22h às 23:30h – Obras de visualização de dados e em vídeo.
In the Air – Neréa Calvillo & Martin Nadal
SP Reflections – Tecné Collective
Mimesis – memeLab + Grão

23h30 ás 06h – Todas as obras transmitidas anteriormente em formato de vídeo (loop)

 

Referências:

FIESP
Galeria de Arte Digital Sesi-SP recebe exposição interativa Vivacidade: Poéticas Socioambientais

Nina Valkanova
#myPosition: Interactive Urban Poll Visualization

Moritz Behrens
screens-in-the-wild

Nova Paraisópolis
Workshop no CEU Paraisópolis vai receber artistas de mostra digital do SESI por Joildo Santos

Music Technology Group – Universitat Pompeu Fabra
Reactable – Genesis of the project

 

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

A cidadania na urbanidade translocal: ação, colaboração e cocriação

Segunda, 30 de setembro, acontece o encontro “A cidadania na urbanidade translocal: ação, colaboração e cocriação” na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo FAU-USP. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas pelo email: cidadaniaurbanidade@gmail.com

cidadania_na_urbanidade

Segue a programação do encontro:

14:00

O direito à cidade em rede: espaços urbanos e ações transnacionais

Prof. Dr. Scott McQuire

School of Culture and Communication, Universidade de Melbourne

14:20

Meios de Comunicação, Espaço e Cidadania

Prof. Dra. Heloisa Pait e Grupo de Estudos Ocarassu

Departamento de Sociologia e Antropologia da UNESP de Marília

14.40

Mapeando a “Cidade Distribuída”: reconhecendo pontos de atuação na complexidade urbana contemporânea

Prof. Dr. Caio Vassão,

Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, pesquisador independente

15:00

Smart Audio City Guide

Prof. Dr. Artur Rozestraten e pesquisadores do Núcleo de Pesquisa em Ambientes Colaborativos (NAWEB USP).

Departamento de Tecnologia FAU-USP

15:20

Além da Diplomacia Pública e da Guerra Cibernética: Como os novos meios moldam as Relações Internacionais

Ruan Sales de Paula Pinheiro

Departamento de Sociologia e Antropologia da UNESP de Marília

15:40

Impactos do digital e práticas de projeto: ação e colaboração

Profa. Dra. Daniela Kutschat Hanns e pesquisadores do LabVisual da FAU-USP

Departamento de projeto FAU-USP

16:00

Debate

As apresentações e os debates serão feitos em inglês. Não haverá tradução.

Organização:

Profa. Dra. Daniela Kutschat Hanns (LabVisual FAU-USP)

Profa. Dra. Heloisa Pait (UNESP)

Dra. Silvia Valentini (NAWEB-USP)

Projeto Gráfico e Apoio Técnico:

André Chou (NAWEB-USP)

Laura Ueta Bellesa (LabVisual FAU-USP)

Apoio:

Diretoria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo FAU-USP

UNESP

Departamento de Projeto da FAU-USP

LabVisual: Laboratório de Pesquisa em Design Visual da FAU-USP
NAWEB: Núcleo de Apoio à Pesquisa em Ambientes Colaborativos na Web da USP
LPG: Laboratório de Produção Gráfica da FAU-USP
VideoFAU

Local: sala 807 – FAU-USP | Rua do Lago, 876, Cidade Universitária

Inscrições e Informações pelo email: cidadaniaurbanidade@gmail.com

Mapa colaborativo permite indicar problemas e soluções para a cidade de São Paulo

A prefeitura de São Paulo lançou um mapa interativo para que os cidadãos indiquem os problemas da cidade que servirá como referência para plano diretor da cidade.
mapa-gestaourbana-prefeitura-sp

No mapa, os pontos vermelhos indicam os problemas, e os verdes representam soluções, ambos podem ser apontados por qualquer pessoa. O usuário do sistema pode clicar na tela, descrever o problema ou solução, e se quiser publicar uma foto.

O projeto utiliza as potencialidades da plataforma de mapeamento colaborativa OpenStreetMap (alternativa de código aberto para o Google Maps).

Conforme divulgado pela prefeitura no site do projeto “pedidos de serviço, obras, fiscalização ou vistorias não serão atendidos por este mapeamento (exemplos: reparos em iluminação pública; tapa-buraco; poda de árvore; entre outros pedidos) e devem ser formalizados no Sistema SAC, da Central 156 ou nas Praças de Atendimento das Subprefeituras“.

 

Referências:

Ecodesenvolvimento
Gestão Urbana SP: Prefeitura cria site para cidadãos apontarem problemas
http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/julho/gestao-urbana-sp-prefeitura-cria-site-para

André Lemos
Link da semana 8

 

Colaborou:
Francisco Arlindo Alves

 

Praças Digitais: Praça Dom José Gaspar testa internet sem fio gratuita

A Praça Dom José Gaspar, em São Paulo foi a primeira a oferecer internet sem fio gratuita por ocasião do lançamento do projeto Praças Digitais que vai abranger 120 praças em todas as regiões da capital.

praças_digitais

A praças definidas no projeto vão receber uma conexão de 512 kbytes para o uso irrestrito por qualquer pessoa com um dispositivo compatível com o sistema wi-fi.

Antes do lançamento, a prefeitura disponibilizou uma ferramenta online que ajudou a população definir por meio de sugestões uma lista de praças de cada distrito. Numa etapa posterior, a ferramenta passou a receber relatos, sugestões e fotos que abordavam desde o mobiliário e equipamento das praças (mesas, cadeiras, quadras, pistas de skate e aparelhos de ginástica) até opiniões sobre o tipo de público e os locais preferidos em cada uma delas, visando adequar os espaços antes da implantação da rede por parte dos prestadores de serviços.

A partir do dia 8 de agosto,relatos, sugestões e críticas sobre a qualidade do sinal na Praça Dom José Gaspar podem ser enviados pelo Twitter no perfil (@wifi_livre), no Facebook , ou pelo e-mail pracasdigitais@prefeitura.sp.gov.br. É importante informar qual o aparelho usado para acessar a internet na praça.

Referências:

Prestando Contas
A Secretaria de Serviços quer sua contribuição para descrever as praças onde haverá internet livre

Rede Brasil Atual
Praça Dom José Gaspar, em São Paulo, é a primeira a receber sinal aberto para Wi-Fi

Prefeitura de São Paulo
Projeto Praças Digitais testa wi-fi gratuito no Centro

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

People Make Parks: engajamento de comunidades para criação de parques urbanos

People Make Parks promove o envolvimento de comunidades nos projetos de criação, financiamento e design de parques urbanos. O projeto propõe que a partir deste envolvimento dos cidadãos, o governo construa melhores parques, e as pessoas se sintam mais comprometidas a preservar estes espaços, por terem participado de sua elaboração.

[vimeo]http://vimeo.com/27857656[/vimeo]

Baseado em Nova York, o projeto disponibiliza 11 ferramentas em seu site para coordenar o recolhimento de ideias e opiniões sobre o que uma comunidade deseja ter no seu novo parque. Há um repositório online com estudos de casos de iniciativas já bem sucedidas de comunidades que podem ser replicadas. Além disso, é oferecido apoio e informações sobre como pleitear financiamentos a órgãos governamentais. O site do projeto tem versões em inglês e espanhol.

A iniciativa é organizada pelo Hester Street Collaborative’s (HSC), grupo que trabalha em projetos educação e design comunitários. O grupo estimula que os moradores de uma região desenvolvam um senso de propriedade positiva ao ter suas ideias ouvidas sobre a forma como seu entorno é construído e moldado.

People Make Parks também é apoiado pelo programa Partnerships for Parks (PFP) que defende uma cultura de colaboração entre as pessoas e governo em torno do reconhecimento dos parques como centros vitais da vida numa comunidade.

Referências:

BMW Guggenheim Lab
100 Urban Trends

Urban Omnibus
People Make Parks por Hillary Angelo e Anooradha Siddiqi

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Cidadãos remodelam região da cidade por meio de financiamento colaborativo

Em meio à crise econômica, moradores da cidade de Roterdã (Holanda) viabilizam a construção de uma passarela para pedestres por meio de uma campanha financiamento colaborativo compartilhada nas mídias sociais.

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Denominado “I Make Rotterdam“, o projeto inicial da passarela possui 17 mil pranchas de madeira, sendo que em cada uma delas os doadores podem inserir seu nome, um anúncio um negócio, ou mesmo uma mensagem. O valor das contribuições é de 32,50 dólares para uma prancha, ou 162,50 dólares para um segmento de pranchas.

O projeto foi elaborado pelo escritório de arquitetura ZUS [Zones Urbaines Sensibles] fundado por Kristian Koreman e Elma Van Boxel. O conceito visa proporcionar a remodelação do distrito por meio da religação de regiões da cidade que perderam sua conectividade em função do denso desenvolvimento e de uma infra-estrutura voltada principalmente aos veículos a motor.

A previsão era que a obra só pudesse ser concluída num prazo de 30 anos, mas assim que começaram as doações foi iniciada a construção, e em três meses um terço dos fundos necessários foi arrecadado. Agora os organizadores pretendem estender o comprimento da passarela por meio de doações adicionais.

A estratégia do financiamento colaborativo (crowdfunding) se mostrou uma alternativa num período em que a situação econômica dificulta os meios de financiamento tradicionais, ao mesmo tempo que envolveu e engajou os cidadãos de maneira mais efetiva em projetos de melhoria urbana da região.

Referências:

American Society of Civil Engineers
Pedestrian Bridge Financed through Crowdfunding por Jenny Jones

Pop-Up City
Rotterdam’s Crowd-Funded Pedestrian Bridge

Inhabitat
Rotterdam Citizens Crowdfund Fantastic Wooden Luchtsingel Footbridge por Ana Lisa Alperovich

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Mostra Brasil-Alemanha: Culturas Conectadas

Até o dia 09 de Junho de 2013, a fachada do edifício-sede da Fiesp irá funcionar como uma tela gigante para as obras da mostra digital “Brasil-Alemanha: Culturas Conectadas“ que reúne obras de artistas brasileiros e alemães.
culturas_conectadas
Serão exibidos trabalhos de Super Uber (Brasil), Rachel Rosalen (Brasil), Pfadfinderei & The Constitute (Alemanha), Mader, Stublic e Wiermann (Alemanha). Compõe a programação a workshop “Cidades Informacionais e Media Facades” ministrada pela artista Rachel Rosalen, que acontece nos dias 3 e 4 de junho, das 15h às 18h, no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

Conforme divulgado pelos organizadores, a diretriz da exposição é o “uso de fachadas digitais de mídia, grandes telas e projeções mapeadas, agindo de forma a conectar o visitante com o universo virtual, além de incentivar os habitantes da cidade de forma ativa a, conjuntamente, moldar o espaço urbano, promovendo a troca cultural direta entre os habitantes de diferentes cidades“.

Mais informações no site da Galeria de Arte Digital do Sesi-SP

Referências:
SESI
Mostra Brasil-Alemanha: culturas conectadas

Projeto sistemas/ecos ocupa a Praça Victor Civita em SP

Até 18 de junho de 2013, o Projeto sistemas/ecos apresenta na Praça Victor Civita, em São Paulo, uma exposição com foco na convergência entre arte, design e meio-ambiente. A entrada é gratuita.
pcvictor
Abrangendo performances e instalações, o evento exibe obras dos artistas Maurício Dias & Walter Riedwig, Sonia Guggisberg, Lucas Bambozzi e Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti. Também compõem a programação, apresentações de live cinema, e de música experimental dos artistas Cristiano Rosa e Dudu Tsuda.

O projeto surge a partir da pesquisa da artista Sonia Guggisberg, que tem como objeto o Subsolo. A hipótese proposta é que “as histórias subterrâneas, enterradas, nunca terminam mesmo quando soterradas e relegadas à invisibilidade uma vez que sobrevivem como resíduos do passado e como metáforas cognitivas redesenhando as redes de relações na cidade“. O  estudo da Praça Victor Civita e as contaminações no seu solo deu origem ao Projeto sistemas/ecos.

A programação pode ser conferida no site do evento.

Via Fotografia Contemporânea e Catraca Livre

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Documentário sobre design open source e comunidades auto-sustentáveis

The Spark é um documentário que aborda soluções sustentáveis propostas em projetos de comunidades intencionais no meio urbano e de tecnologias com design open source num ambiente rural.

[vimeo]http://vimeo.com/62637602[/vimeo]

Dirigido por Ian Midgley, o trabalho enfoca as dificuldades e oportunidades de dois projetos: Open Source Ecology e Our School at Blair Grocery.

Open Source Ecology (já abordado aqui anteriormente) é uma rede de agricultores, engenheiros, e apoiadores fundada pelo físico Marcin Jakubowski no Missouri. Seu principal objetivo é o GVCS (Global Village Construction Set) uma plataforma DIY voltada ao desenvolvimento de equipamentos para agricultura com design modular open source, caracterizados pelo baixo custo e alto desempenho. A plataforma abrange um conjunto de 50 ferramentas modulares e fáceis de replicar podem ser usadas ​​em comunidades sustentáveis. Entre elas, o protótipo de um trator, uma prensa para fabricar tijolos, uma unidade de energia hidráulica modular e uma retroescavadeira.

Our School at Blair Grocery é uma iniciativa do professor Nat Turner que após o furacão Katrina saiu de Nova York para fundar uma escola alternativa no local de um supermercado abandonado em New Orleans. Direcionada a jovens em situação de risco, a instituição ensina seus alunos a produzir alimentos, e os remunera com a venda para restaurantes locais. O objetivo é constituir um centro de educação para sustentabilidade que desenvolve habilidades sobre técnicas de agricultura urbana ensinando também como tornar esta atividade economicamente viável.

Financiado colaborativamente com apoio da plataforma de crowdfounding Kickstarter, The Spark analisa como a determinação de indivíduos Marcin Jakubowski e Nat Turner pode produzir mudanças importantes.

Mais informações no site do documentário

Referências:

Computerworld
Using open source to build sustainable communities por Rohan Pearce

P2P Foundation
The Spark: documentary about p2p resilience and thrivability experiments por Michel Bauwens

The Huffington Post
Our School at Blair Grocery

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Arte comunitária com pneus descartados

Um projeto de arte comunitária chamado “Ubuntu” introduz crianças no universo da arte com a utilização de centenas de pneus descartados espalhados em regiões pobres na cidade Cidade do Cabo (África do Sul).

[vimeo]http://vimeo.com/63267661[/vimeo]

O projeto criado pelo artista ABOVE convida crianças a pintar os pneus escolhendo as cores que desejem. Em seguida os pneus são empilhados formando um totem unificado e colorido.

A palavra africana Ubuntu foi escolhida por ter um sentido ético-filosófico podendo significar entre outras coisas, “humanidade para com os outros”. Um dos objetivos do artista é representar por meio das cores a diversidade da África do Sul e suas diferentes raças.

ABOVE é um street artist californiano com trabalhos realizados nas ruas de mais 90 cidades em 60 países.

Referências:

Wooster Collective
Go Above: Community Art in Cape Town por Marc

Coisa Semanal
Precisamos de mais Aboves por Barbara

ArrestedMotion
Video / Streets: ABOVE (South Africa) por Sleepboy

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

NETWORK_LA transit: redes de dados e compartilhamento para um trânsito melhor

NETWORK_LA transit é uma iniciativa de um grupo de arquitetos e urbanistas que planejam reinventar o transporte público usando o poder das redes e a análise dos fluxos de dados produzidos em tempo real pelos sistemas, autoridades, automóveis e indivíduos.

[vimeo]http://vimeo.com/25688970[/vimeo]

Tendo como foco a cidade de Los Angeles, a abordagem busca aumentar a capacidade de resposta do sistema, fazendo com que ela seja mais personalizada e precisa.
Além da análise de grandes quantidades de dados, um dos aspectos considerados é o potencial de incorporar a frota pública uma certa quantidade de carros compartilhados e “pay-per-use” (que se aluga pelo tempo ou trajeto utilizado) e outros meios de transporte como bicicletas e scooters.

Por meio da conexão em tempo real de todos os usuários do sistema localizados via GPS, se produziriam dados enviados para um aplicativo chamado TripFinder que informa a rota mais eficiente combinando os vários tipos de veículos da frota e veículos de reserva determinados com antecedência.

Também se propõe uma flexibilidade da frota de ônibus que poderia ser redistribuída com base nas áreas com maior número de passageiros identificadas pela análise de dados em tempo real.

NETWORK_LA transit, consiste na criação de ciclos de feedback do trânsito, com o uso de tecnologias de computação em nuvem e geolocalização em tempo real que aumentam a precisão das informações. Com isso, se pode otimizar o uso dos ativos de transporte existentes, não se resumindo apenas aos ônibus e trens, mas incluindo carros compartilhados, bicicletas e scooters.

Referências:

P2P Foundation
Project of the Day: The Networked Transit System proposal for Los Angeles
por Michel Bauwens

Shareable
Can Big Data Revitalize Public Transit in Los Angeles? por Paul M. Davis

Fast Company

Remaking L.A. With A Groundbreaking New Idea For Public Transportation por Li Wen and Shawn Gehle

 

IG
Onda do carro compartilhado surge no Brasil
por Thiago Vinholes

 

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

 

Chamada pública: Festival BaixoCentro

Até 22 de fevereiro, projetos e atividades que proponham ocupar regiões ao redor do centro de São Paulo, podem ser inscritos para a chamada pública do Festival BaixoCentro.

Em sua segunda edição, o festival acontece no período de 5 a 14 de abril de 2013, e pretende fomentar discussões sobre os espaços públicos que conforme os organizadores vão “desde a criação de mobiliário urbano, até debates sobre a falta de bebedouro nas ruas”.

As atividades abrangem áreas como música, artes integradas, audiovisual, conversas, debates, laboratório, cultura digital, dança, encontros & passeios, letras, oficinas, performance, e teatro, compondo uma programação diversa que se espalha pelos bairros de Santa Cecília, Barra Funda, Campos Elíseos, Vila Buarque, e Luz.

Entre os vários projetos já inscritos para esta edição, estão por exemplo:

Banheiro do Km 45” de Kelly Alonso Braga. Projeção do curta metragem de 15 minutos em banheiros públicos no centro da cidade.

Muro das Petições” de Cassia Cazita. Pretende trazer para as ruas dezenas de abaixo assinados que estão circulando na rede, levando os participantes do festival a dialogar e se manifestar sobre os mais diversos assuntos de interesse público.

Você Faz o Que da Vida?” projeto audiovisual de Zoe Olivotto. Entrevistas com pessoas no transporte público sobre seus empregos atuais em contraste com o trabalho dos seus sonhos.

Corpos em Ocupação” de Luz da bailarina e ativista Clara Lee e a arquiteta Lina Farje. Performance-instalação que explora iluminação e movimento, focando no desenvolvimento urbano, moradia digna e os processos de gentrificação na cidade de São Paulo.

A edição anterior, realizada em março de 2012 e recebeu mais de 100 propostas de atividades. Mesmo com o pequeno orçamento de R$ 22.000, houve um esforço colaborativo no sentido de fazer com que todos projetos enviados fossem implementados. Neste sentido os organizadores trabalham com o conceito de “cuidadoria”, tendo entre seus princípios “considerar o artista como produtor também, e não como um mero proponente“.

Mais informações no site do Festival
http://festival.baixocentro.org/

Colaborou: Francisco Arlindo Alves

Sentient City Survival Kit

Sentient City Survival Kit é um projeto de pesquisa em design que propõe uma série de artefatos experimentais para subverter o funcionamento de tecnologias digitais de vigilância e marketing que interferem na privacidade e autonomia dos indivíduos.

[vimeo]http://vimeo.com/14205709[/vimeo]

O arquiteto Mark Shepard concebeu o projeto, a partir da perspectiva de que as cidades se tornam cada vez mais inteligentes, e podem sentir, lembrar e antecipar o comportamento das pessoas. Sua proposta busca refletir sobre as implicações deste “futuro próximo” em que sistemas de informação baseados em computação ubíqua, espalhados pelo espaço urbano podem executar uma monitoração reflexiva, ao captar informações inadvertidamente por meio de câmeras ocultas, sistemas de tráfego, registro de navegação na internet, telefones, bilhetes de transporte público, e até mesmo roupas e sistemas de medição da corrente galvânica da pele, entre outros recursos.

As soluções elaboradas visam defender o indivíduo das ameaças invasivas destas tecnologias. Para despistar as câmeras de vigilância, foi desenvolvido um guarda-chuva equipado com 256 LEDs infravermelhos que piscam e confundem a visão da câmera. Outra solução é um sistema denominado Serendipitor que ao invés de fornecer a rota mais curta para um destino, sugere caminhos sinuosos que enriquecem o trajeto com outros lugares interessantes, propiciando uma navegação lúdica pela cidade. Shepard concebeu também um dispositivo equipado com sensores que acoplado a roupa íntima pode vibrar ao detectar sistemas de leitura de dados num espaço público.

Sentient City Survival Kit tem apoio do New York State Council on the Arts (NYSCA). Todos os projetos estão reunidos num livro publicado pela  MIT Press. A obra é ilustrada com esquemas, instruções de construção, lista de peças, e códigos fonte, além de apresentar ensaios de pensadores sobre o tema.

Referências:

CARNET DE NOTES
Sentient City por André Lemos

WIRED.UK
‘Sentient City Survival Kit’ lets citizens flirt with surveillance por Daniel Nye Griffiths

Eyebeam
Sentient City Survival Kit

Boing Boing
Sentient City Survival Kit: gadgets to foul the surveillance state and amuse the bearer por Cory Doctorow

 

Colaborou: Francisco Arlindo Alves